Vai longe

Sonia Racy

29 de abril de 2012 | 01h04

O cenário é o STF. De um lado, Tribunal de Justiça de SP e Marcelo Gatti Reis Lobo, advogado defensor do pagamento de precatórios; do outro, CNJ e Procuradoria Geral do Estado de São Paulo.

A questão? O TJ não concorda em descontar, do dinheiro destinado aos credores, parcela previdenciária de 11% – que seria de responsabilidade dos devedores.

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