Usineiros vão a Bolsonaro mas não conseguem aumento da Cide

Sonia Racy

22 de maio de 2020 | 00h37

A recente peregrinação de usineiros a Brasília, para conversar com Bolsonaro, perdeu a razão de ser. Queriam, e quase conseguiram, arrancar do governo um aumento da Cide na gasolina – com intuito de que o etanol se tornasse mais competitivo nas bombas. A gasolina, vendida nas refinarias, chegou a acumular queda de preço de 52% no ano, até o início de maio.

Isso fez crescer sua competitividade em relação ao etanol.

Entretanto, a competitividade do etanol, segundo matemática do setor, é viável com preço até 70% do cobrado na compra de gasolina.

Hoje, segundo dados da ANP, o produto está ainda a 64%. Isto é, abaixo do limite traçado.

Pelo que se apurou, avisado pela ala liberal do governo, Bolsonaro deu um chega para lá na turma do álcool. Mas, mesmo assim, não conseguiu que desistissem totalmente da ideia.

Tem de tudo

Darson Ribeiro – ator e diretor do recém inaugurado Teatro-D, no Itaim – está entregando livros para ajudar a manter a casa. Em parceria com a Cia das Letras, ele tem dado descontos de até 30% nas obras da editora.

Ele também está fazendo lives diretamente do equipamento cultural. Amanhã, por exemplo, transmite D-Vaneios de Amor: D-A Lírica ao Lirismo, com participação especial do tenor Rubens Medina ao piano de cauda.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.