Uma orgia orçamentária

Sonia Racy

21 de junho de 2012 | 01h10

O MPF pediu abertura de processo contra servidores, conselheiros e aposentados do Tribunal de Contas do Amapá, acusados de desviar mais de R$ 100 milhões.

Funcionava assim: envolvidos descontavam cheques da conta do TCE, sempre em espécie, na boca do caixa. Em um só dia, conselheiro chegou a sacar R$ 100 mil a título de “ajuda de custo”. Mais ambicioso, o presidente afastado José Júlio de Miranda Coelho tirou R$ 7,5 milhões.

Para onde foi o dinheiro? Desde transplante de rim até tratamento contra celulite.

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