Última palavra

Sonia Racy

27 de março de 2016 | 01h30

Carlos Ayres Brito, ex-presidente do STF, resume a uma ideia essencial os conflitos vividos pela política do País: “Nada está fora do eixo quando o Judiciário funciona bem e dá a última palavra”.

A observação vale tanto para normatizar o rito do impeachment de Dilma quanto para se decidir sobre os grampos da Lava Jato divulgados por Sérgio Moro.

O jurista esclarece: “Não é a 1.ª Instância que decide o que sobe, mas o Supremo quem decide o que fica com ele (dos grampos) e o que desce”. E finaliza: “Foi o que Teori Zavascki entendeu. E agora cabe ao plenário da corte  confirmar se é isso mesmo”.

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