Triiim

Sonia Racy

03 de outubro de 2013 | 01h07

Depois de dar palpite em relação ao controle da TIM no Brasil, e ser desautorizado por Dilma, Paulo Bernardo se sentiu à vontade, ontem, para rasgar elogios à fusão entre Oi e Portugal Telecom.

Claro sinal de que o governo participou das negociações.

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Consta que o BNDES só não participou da operação por causa do desgaste público na tentativa de apoiar Abilio Diniz no caso Casino.

Entrou, no lugar, o BTG. Como? Para administrar um fundo de R$ 2 bilhões que vai participar do aporte de capital orçado em R$ 7 bilhões.

O fato despertou curiosidade profunda no mercado. Afinal, quem seriam os investidores desse fundo[TEXTO]?
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[/TEXTO]E se a fusão é boa para a PT e a Oi, é lesiva aos acionistas minoritários da empresa brasileira: eles serão diluídos dramaticamente na operação.

Algo ilegal? Não, mas é como jabuticaba: só tem aqui.

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