Triiiim

Sonia Racy

05 de outubro de 2010 | 23h05

Se abstendo em revelar a estratégia de agora em diante, Luiz Gonzalez, marqueteiro de Serra, tenta explicar o erro nas pesquisas que não previram o segundo turno. “Não sou especialista, mas nosso tracking telefônico deu certo. O que me faz acreditar que talvez este sistema funcione melhor”, avaliou ontem.

Diferentemente da pesquisa feita nas ruas ou nos domicílio, a realizada via telefone dá opção a quem atende de desligar e não revelar nada. “O eleitor não se inibe em bater o telefone”, conta. Já nas ruas, segundo Gonzalez, quem não quer responder, responde, e acaba distorcendo a coleta de informações. Nas casas, pelo acesso ser mais difícil, o esforço é triplicado e menos produtivo.

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