Toque de classe

Toque de classe

Sonia Racy

28 de abril de 2013 | 01h03

Foto: Paulo Giandalia/Estadão

Juliana D’Agostini tem dedicado oito horas por dia a Hekel Tavares (1896-1969), compositor alagoano mais conhecido – e gravado – no exterior do que aqui. “É maravilhoso, criou um tipo de música na fronteira do erudito com o popular”, explica a pianista. “E está saindo fácil, porque me apaixonei pelo personagem.” Aos 26 anos, Juliana acaba de gravar seu terceiro CD, com o violinista Emmanuele Baldini (spalla da Osesp) – interpretando César Franck, Nino Rota e Villa-Lobos.Após temporada no Brasil, a paulistana se prepara para mais uma turnê: Cazaquistão, Bósnia, EUA, Alemanha, Bulgária e Croácia. Além de Tavares, tocará Rachmaninoff, outra de suas paixões. O próximo CD? “Ainda estou escolhendo o repertório…”, diz, algo misteriosa. Ou seja, vem mais coisa boa por aí.

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