Tom otimista

Sonia Racy

31 de maio de 2015 | 01h10

O PIB do primeiro trimestre, medido pelo IBGE, veio negativo. Em entrevista ao Estado, semana passada, Nelson Barbosa, do Planejamento, tentou explicar a dicotomia entre PIB e arrecadação – que teve avanço real de 4%.
“A receita cresce porque algumas operações patrimoniais geram grande arrecadação.” Deu como exemplo a do BB com a Cielo, que só entrou na contabilidade neste ano.

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Apontou também que, se o governo tiver sucesso na abertura de capital da Caixa Seguradora, “isso vai gerar valorização da companhia e vai se traduzir em aumento de arrecadação de IR, CSLL”. E aposta no processo de concessão da Celg, no leilão da folha de pagamento da União e outros.