Telão, telinha

Sonia Racy

17 de março de 2016 | 01h13

Estavam rigorosamente divididas, ontem, as duas plateias do salão do Congresso. Uma no telão, vendo o julgamento dos embargos de Eduardo Cunha no STF. E outra na telinha, vendo Neymar e o Barcelona enfrentando o Arsenal.

A ausência, no cafezinho e nos corredores, era o próprio Cunha. Ele ficou praticamente a tarde inteira na sala – provavelmente vendo o julgamento pela TV. E, conhecido usuário do WhatsApp, respondeu a muitas mensagens… por monossílabos.

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