Tanto empresas como estados competem por pioneirismo na entrega de vacina

Sonia Racy

15 de setembro de 2020 | 00h51

Há corrida grande entre empresas, bem como estados, sobre quem será o primeiro a entregar a vacina da covid-19 no Brasil. Entre tantas opções, circula pergunta silenciosa, quase politicamente incorreta, de investidores.

Quanto os laboratórios vão ganhar com a vacina? Pelo que se apurou, o custo unitário estimado por algumas indústrias seria baixo, de algo como US$ 2,00. Mas há uma empresa americana dizendo que consegue vender por US$ 50,00.

Guerra 2 

Uma das opções mais avançadas é a AstraZeneca/Oxford, que sofreu uma breve interrupção, mas já retomou o processo. Em São Paulo, quem está na disputa é a chinesa Sinovac e Butantã. Bahia e Paraná apostam na russa Sputnik.

Há também testes em Taiwan – que negocia com a Dasa. A Moderna e Johnson e Johnson também devem ser testadas no Brasil.

Gol de placa?

Há quem torça, no Corinthians, para que uma proposta da Globo, que inclui adiantamento de direitos de transmissão, vingue.

Já, já 

A novela da candidatura de Marcelinho Carioca a vereador pelo PSL está próxima do fim. Ao que se apurou, ele será aceito pela legenda, após racha entre as lideranças na questão.

O ex-jogador não desperta, por exemplo, o entusiasmo de Joice Hasselmann, candidata à prefeita.

Unidos…

O chamado corredor cultural da Paulista – que inclui instituições  como o IMS, Masp, Sesi, Japan House, Casa das Rosas e Itaú Cultural – apresenta,  hoje à Prefeitura, de maneira virtual, um protocolo unificado de reabertura.

É esperado que possam reabrir já na próxima fase do plano SP. Teatros devem ficar de fora.

 …venceremos 

A exceção da avenida é o Sesc, que já está aberto para as funções essenciais, e agora elabora protocolo individualizado para a retomada de suas atividades ligadas à cultura.

Enquanto isso, no Rio, o MAM já reabriu renovado: foi o primeiro a fazer uma chamada aberta – movimento iniciado pelo diretor Fabio Szwarcwald – para escolher seus diretores artísticos. Elegeram Keyna Eleison e Pablo Lafuente.

Pai, mãe e tia 

Parte da família Macris, contagiada pela covid-19, está dando um bom exemplo. Rafael Macris pulou a  convenção no fim de semana – a que oficializou sua candidatura para a prefeitura de Americana. O pai, Vanderlei Macris, 70 anos, passou pelo hospital por precaução, mas teve alta no dia seguinte. A mulher Daniela e a outra filha, a advogada Fabiana, também se recuperam da enfermidade.

 

Todos atravessam o isolamento juntinhos em São Paulo, passando o tempo com jogos de tranca e assistindo a seriados no streaming, como Casa de Papel e The Crown.

 

Filho

 

Quem ficou sozinho foi Cauê Macris, que escapou dessa.

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