Estado registra surto de chikungunya 33 vezes maior que em 2020

Estado registra surto de chikungunya 33 vezes maior que em 2020

Direto da Fonte

30 de abril de 2021 | 00h50

 

O mosquito ‘Aedes aegypti’ é transmissor do zika, da dengue e da chikungunya Foto: Sérgio Castro/Estadão

Não é só de coronavírus que vive o mundo e particularmente, São Paulo. Existe hoje, no Estado, novo surto de chikungunya. Relatório da Sala de Situação Estadual de Enfrentamento às arboviroses, atualizado no dia 5 de abril – obtido por essa coluna – traz alerta em meio às suas seis páginas: houve “aumento de 380% nas notificações da doença e número de casos confirmados quase 33 vezes maior que o registrado em 2020”.Segundo o documento, o surto está localizado “na região da Baixada Santista, que responde por 94% das notificações (4.765 casos) e 97% das confirmações (1.049 casos)”. Municípios mais afetados até agora? Cubatão, Guarujá, Santos e São Vicente

E os  índices de “infestação acima de 3,9 foram registrados em Guarujá e São Vicente”

O que está sendo feito? “Foram incrementadas ações de controle do vetor: retirada de criadouros; tratamento com larvicida e nebulização, conforme bairros em transmissão”, diz o relatório.

Consta na papelada também que “ações de comunicação e educação em saúde, no cenário da covid-19, foram enfatizadas, no sentido de mobilizar os moradores na eliminação dos criadouros dessas localidades, sendo sugerida a ampliação das recomendações de proteção individual, como uso de repelentes em horários diurnos de maior atividade do Aedes aegypti”

 

 

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