Site do Movimento Estamos Juntos já sofreu ataques virtuais

Sonia Racy

02 de junho de 2020 | 00h41

Foi uma surpresa para envolvidos com o Movimento Estamos Juntos a dimensão que a iniciativa suprapartidária tomou. Ao que apurou a coluna, políticos, jornalistas, artistas, intelectuais tentavam, ontem, se organizar.

O manifesto, que ainda não tem porta-voz, busca alguns nomes e deverá ter outras iniciativas em breve.

Teve gente que disse à coluna que assinaria “tudo contra Bolsonaro”, “contra a escalada autoritária”. Teve quem assinou alegando ser uma forma de pressionar os brasileiros nos moldes das Diretas Já – citada, inclusive, no manifesto.

Em tempo: o site do movimento tinha, até ontem, 8 milhões de acessos. E já sofreu ataques para sair do ar – ao que teve que reforçar sua segurança. Manifesto já conta com 215 mil assinaturas e 100 grupos de WhatsApp criados nos 27 estados.

No front

A Cruz Vermelha tem suas ambulâncias abastecidas pela BR Distribuidora, que doou o combustível para 100 veículos da instituição, no combate à covid-19.

Em família

Foi Andrucha Waddington, que passa a quarenta com a sogra, Fernanda Montenegro, quem gravou a primeira entrevista dela na pandemia. A atriz, que está em Petrópolis, fala da sua rotina atípica e sobre o futuro dos artistas. “Não sei, só sei que não vou me acalmar. Se eu ainda tiver raciocínio e força, estarei em ação. É uma ambição minha”. Vai ao ar no Cinejornal, do Canal Brasil, dia 2.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.