Sintomático

Sonia Racy

09 de agosto de 2011 | 23h11

Foram inúmeras as baixas no almoço organizado por Ary Oswaldo Mattos Filho, segunda-feira. O jurista recebeu, em seu escritório, John Negroponte, titular do tradicional Council of The Americas, em meio à derrocada dos mercados. Nervosos, a maioria dos banqueiros optou por não desgrudar de suas próprias mesas. À exceção de Gustavo Marin, do Citi Brasil.

Só para se ter ideia do impacto da quebra do Lehman Brothers. Antes da crise, a ação do Citi valia US$ 55 na Bolsa de Nova York. Caiu, nesses anos, para US$ 1. Agora, seu preço tem girado em torno de US$ 4.

A boa notícia: se a nova crise piorar, não há como o tombo ser tão grande como o de 2008. Ele começa vários degraus abaixo.

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