Shakespeare 5

Sonia Racy

18 de junho de 2010 | 09h13

Em dez páginas da revista, Franco passeia por vários personagens. Entre eles, Guido Mantega é Polônio, mestre das platitudes. Zé Dirceu, um Macbeth interrompido e sem remorsos. Delfim Netto, por assoprar nos ouvidos de Lula a história da herança maldita, assemelharia-se a Iago. E Henrique Meirelles?

A Shylock, dono de contrato perfeito que não foi honrado.

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