Setor produtivo vê com bons olhos duas propostas para Previdência

Sonia Racy

27 Outubro 2018 | 01h00

MICHEL TEMER

MICHEL TEMER. FOTO: ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

Muito se fala na aprovação da reforma da Previdência ainda este ano, com apoio político, no Congresso, do futuro presidente. Seria uma possibilidade na linha “ganha-ganha”, visto que Temer sairia bem na foto histórica, o eleito evitaria desgaste de votar tema impopular e o governo poderia navegar mais tranquilamente pelas águas do urgente ajuste fiscal.

Entretanto, como bem avisa conhecido empresário, seria necessário antes suspender a intervenção no Rio – que vai até dia 31 de dezembro. Por lei, não se pode mudar a Constituição com qualquer intervenção federal em Estados.

Pelo que se apurou ainda na iniciativa privada, existem hoje duas propostas de reforma da Previdência que seriam muitíssimo bem vistas pelo setor produtivo caso o futuro governo decida encampá-las: a que foi elaborada por Arminio Fraga e equipe (a ser exposta assim que terminarem as eleições) e a elaborada pelo economista Marcio Holland.

O tema previdência, conforme publicou ontem o Estado, foi assunto de reunião, esta semana, entre membros da equipe técnica de Bolsonaro, que examinam 10 projetos.

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