Sete chaves

Redação

25 de outubro de 2008 | 06h00

Arlindo Chinaglia soube na terça-feira à noite que o governo ia editar a MP 443, a da estatização dos bancos. Contam-se pelos dedos de uma mão os parlamentares que souberam antecipadamente da MP. Na quarta-feira cedo, quando a MP já estava no DOU, Chinaglia conversou com o líder tucano, José Aníbal, e continuou a “guardar segredo”.

Aníbal, obviamente, não gostou. E anotou.

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