Ser etéreo

Sonia Racy

30 Janeiro 2015 | 01h10

Os advogados de Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão, não conseguem contato com o ex-diretor do Banco do Brasil – que está na Itália. O petista não atende celular nem telefone de casa, segundo se queixaram seus defensores ao… governo brasileiro.

Querem cobrar a conta.

Etéreo 2

Eles ameaçam não aparecer no dia 11, quando será julgada, no Tribunal de Roma, a última instância do processo movido pelo Brasil, que pede a extradição do petista.

Uma ‘possível explicação’ para o descaso de Pizzolato? Há quem lembre que, em novembro passado, durante seu testemunho de fé na igreja pentecostal Fonte de Vida, em Modena, o moço afirmou que foi “Jesus quem atuou como seu advogado” para que ele ficasse na Itália.

Etéreo 3

E atenção: pelas regras da corte italiana, só é permitida no julgamento a presença de um representante da defesa e de outro da acusação. O Itamaraty trabalha para que o tribunal abra exceção.