Sem trégua

Sonia Racy

18 de março de 2010 | 08h44

Lula deve ter gostado, inicialmente, do convite que lhe fez o governo de Israel: foi ao Bosque de Jerusalém plantar uma oliveira que levaria seu nome.

Não deu certo. Teve de ouvir loooongo discurso em hebraico, traduzido por alguém que, com toda certeza, não ouvia português há muuito tempo.