Sem nexo

Sonia Racy

22 de novembro de 2014 | 01h07

Em dia de mercado pós-feriado, uma dúvida circulava ontem sobre a maneira como Dilma conduziu a formação da nova equipe econômica. Por que teria a presidente tornado público o convite feito a Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, para ser ministro da Fazenda? Afinal, a praxe é mandar, antes, um emissário sondar o futuro convidado e, assim, evitar um ‘não’.

A explicação mais ouvida entre os players é que, ao alardear o episódio, a presidente quis deixar claro ao mercado financeiro que tentou escolher “um dos seus”… e não conseguiu.

Nexo 2
A tese veio abaixo assim que o nome de Joaquim Levy ganhou força. Afinal, o ex-secretário do Tesouro de Lula é considerado para lá de ortodoxo – coisa que agrada, e muito, ao mercado.

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