Secretária de Doria é sondada para compor chapa em 2022

Sonia Racy

09 de janeiro de 2020 | 00h49


PATRICIA ELLEN. FOTO: SILVANA GARZARO/ESTADÃO

 

Doria chamou Patrícia Ellen para uma conversa nos próximos dias, antes de os dois embarcarem para o Fórum Econômico Mundial de Davos, no dia 18. Ao que se apurou, quer sondar a disposição da secretária de Desenvolvimento Econômico para entrar na política. O governador, que já pavimenta sua sucessão em 2022, trabalha com cenário em que ela poderá ser vice na chapa de Rodrigo Garcia, do DEM.

Também entraria na conversa a sucessão municipal. A secretária passou a ser uma opção forte no caso de, por qualquer razão, não se viabilizar a candidatura de Bruno Covas à reeleição.

Aos amigos, ela diz que
não pensa em candidatura

Patrícia, que não é filiada a nenhum partido, voltou anteontem do Rio, onde participou de reunião do Agora! – do qual é cofundadora, ao lado de Leandro Machado e Ilona Szabó.

Ao que se apurou, ela negou aos colegas a intenção de disputar eleição, mas confirmou o convite do governador.

Jantar com Maia para
poucos em Miami

Rodrigo Maia, em Miami, foi um dos convidados de jantar fechado no recém-inaugurado Kosushi de lá.

O “anfitrião” era o aniversariante Washington Cinel.

Ciclo completo
de Zeina no XP

Após seis anos de contribuições, Zeina Latif deixa de ser a economista-chefe da XP Investimentos – uma decisão de cunho pessoal.

A empresa, segundo informa sua assessoria, manifesta seu “profundo agradecimento e deseja sucesso em seus novos desafios”, reconhecendo seu papel relevante no crescimento da XP.

TRF-5 veta venda
direta de etanol

Usineiros do Nordeste interessados em venda direta de etanol do produtor aos postos acabam de levar um balde de água fria do TRF-5. O tribunal julgou um pedido do Sindaçúcar, que reúne mercados de Alagoas, Pernambuco e Sergipe, e decidiu que a proibição deve ser mantida.

Entre os motivos, a impossibilidade de fiscalização pela ANP nos processos de produção e transporte. Pesaram também o impacto na arrecadação e administração tributária da União e dos Estados e a impossibilidade de dar um salvo conduto inconstitucional a um grupo seleto de usinas produtoras.

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