Se fosse candidata à presidência, Luiza Helena Trajano teria 4% dos votos, de acordo com pesquisa

Sonia Racy

06 de outubro de 2021 | 00h30

Surpresa na edição da quarta pesquisa de intenção de voto para as eleições presidenciais, feita pela Quaest Consultoria – por encomenda da Genial Investimentos. Com a decisão de incluir no questionário o nome de Luiza Helena Trajano – presidente do conselho do Magazine Luiza e dirigente do Mulheres do Brasil – os pesquisadores chegaram a números, no mínimo, curiosos.

Se decidisse hoje sair como candidata à Presidência da República, conforme adiantou a coluna no blog ontem, a empresária teria 4% dos votos, resultado de respostas dadas por 2048 entrevistados – entre 30 de setembro e 3 outubro – à pergunta estimulada de intenção de voto no primeiro turno

 O mesmo montante que Eduardo Leite, mais votos que Rodrigo Pacheco (3%) e pouco menos que Doria (6%) e Mandetta (6%).

Para Felipe Nunes, da Quaest, o número é significativo. E tem maior peso ao se constatar que entre os 11 nomes colocados, o de Luiza tem taxa baixíssima de rejeição, apesar do alto desconhecimento (62%) entre os entrevistados. “É muito difícil, em qualquer eleição, reverter índices de rejeição”, explica o pesquisador.

 Bolsonaro hoje lidera a lista da rejeição, com 65%, seguido de Doria (61%), Sergio Moro (59%), Ciro Gomes (56%), Datena (52%), Mandetta (46%), Lula (46%), Rodrigo Pacheco (39%), Eduardo Leite (30%) e Trajano (26%).

Língua adquirida

O Museu da Língua Portuguesa receberá uma nova exposição, a partir de novembro. Sonhei em Português! tematiza a questão da migração no século 21, mostrando como a experiência é atravessada pela questão da língua.

Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz, a mostra ficará em cartaz até abril do ano que vem, na sede do museu.

Arte diversa

O projeto Arte,Cultura e Costura, do Instituto Tomie Ohtake, recebeu o Selo Municipal de Direitos Humanos e Diversidade, em sua 4ª edição, na categoria Transversalidades.

O programa de formação foi dedicado a 70 mulheres em situação de vulnerabilidade social, abrigadas em quatro centros especiais de acolhida, em São Paulo.

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