‘Se for reprovada na avaliação técnica, não vendemos arma’, diz vendedor

Sonia Racy

16 de janeiro de 2019 | 01h00

JAIR BOLSONARO

JAIR BOLSONARO. FOTO: IGO ESTRELA/ESTADÃO

Depois que Bolsonaro assinou ontem o decreto liberando compra de armas, a coluna ligou, como cliente, para duas lojas de armamentos perguntando o que é necessário apresentar, de agora em diante, para poder levar uma para casa.

O primeiro estabelecimento, além de exigir todos os documentos listados no decreto, aconselhou fortemente que a interessada fizesse curso de tiro antes da compra. “Não adianta só saber segurar a arma. Se for reprovada na avaliação técnica, não vendemos”, disse o vendedor.

Já na segunda loja, aparentemente, a compra seria mais fácil. Bastaria, informou o atendente, apresentar Certificado de Registro – emitido pelo Exército – ou a autorização de compra pela PF. Mas o fato é que para se conseguir qualquer dos dois há que se comprovar coisas como capacidade técnica, idoneidade e aptidão psicológica.

Valores? Começam em R$ 3.500 para a compra de revólveres. E R$ 5.500, no caso de pistolas. Prazos para entrega? Vão de 13 dias até 120.

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