Saúde doente

Sonia Racy

03 Julho 2016 | 00h55

David Uip pinça excentricidades obrigatórias no SUS. “Dependendo do doente, o Estado tem que fornecer coisas como água de coco, achocolatados, pilhas e sabonetes” explica o secretário de Alckmin.

Pior. Cada pedido individual significa uma licitação individual.

Só para se ter uma ideia, hoje a Secretaria da Saúde de São Paulo tem 48 mil ações ativas que somam, em 2016, iniciativas a um custo total de R$ 1,2 bilhões. “Nosso orçamento para este ano é de R$ 21 bilhões.”