Samba na rua

Sonia Racy

25 Janeiro 2015 | 01h07

Wilson Poit está organizando o carnaval de rua em São Paulo de modo a evitar os problemas ocorridos, por exemplo, na Vila Madalena durante a Copa. Só no quesito banheiros químicos, o secretário de Turismo e presidente da SPTuris promete aumento significativo: dez vezes mais cabines do que no ano passado.

Tudo para dar conta dos 318 blocos inscritos. “São pelo menos 10 mil pessoas em cada bloco”, prevê o secretário.

Samba 2

Único secretário da Haddad vindo da iniciativa privada, o também presidente da SP Negócios está focado em fazer o carnaval de rua tornar-se financeiramente autossuficiente. Hoje, ele custa R$ 7 milhões aos cofres do município. “Se Salvador arrecada R$ 25 milhões, por que não conseguiríamos nos financiar?”, pergunta.

Pelo menos uma cota de patrocínio Poit já vendeu.

Samba 3

Aos que preferem ficar em casa durante o carnaval, o secretário avisa: “Estamos trabalhando para que esse cidadão possa descansar tranquilo”.