Sabor de Virada

Sabor de Virada

Sonia Racy

18 de junho de 2015 | 01h18

Nabil Bonduki (Foto: JF Diorio/Estadão)

Ontem à noite Nabil Bonduki confirmou que Sidney Magal vai se apresentar na Virada Cultural, no lugar da banda Metrô – que cancelou a apresentação por motivos particulares. O secretário da Cultura conversou com a coluna sobre o evento deste fim de semana.

Quais medidas de segurança foram tomadas?

Seguimos algumas recomendações da PM, como reduzir o perímetro significativamente. Aproximamos palcos e criamos uma série de atividades, como feiras de artesanato, praça de alimentação e 300 artistas de rua para povoar as áreas entre um palco e outro. A Ilume vai aumentar a potência da iluminação e teremos mais policiais na madrugada.

É a hora mais crítica do evento.

Sim. No entanto, a programação desse ano está mais “light” na madrugada. Por exemplo, teremos o Fábio Jr. e não os Racionais. A ideia é ser compatível com um clima de festa leve. Mas, é claro, sofremos críticas de que estamos com uma programação mais para idoso do que para o jovem (risos). Alguma moçada não ficou contente. Mas a Virada sempre deve ter uma programação que alcance desde as crianças até a terceira idade.

E como foi a tarefa de descentralizar a Virada?

Teremos 31 polos de atividades, além do centro. Relativamente bem distribuídos por todas as zonas da cidade.

Os artistas cobram um preço abaixo do normal por se tratar de um evento público?

A negociação foi bem arrochada. Poucos cachês ficaram acima de R$30 mil.

Por que Margareth Menezes desistiu de sua participação?

Porque a produção dela exigiu que metade do cachê fosse pago antes e a prefeitura só paga integral depois do evento. Será substituída por Daniela Mercury.