Roleta iraniana

Sonia Racy

20 de maio de 2010 | 08h13

Ao ser questionado pelo Estado, anteontem na Europa, sobre o risco diplomático que Lula correu ao se meter na questão iraniana, Marco Aurélio Garcia ponderou. Afirmou que o presidente sabia que o passo significava uma aposta grande. E que ele poderia comprometer as intenções do Brasil em conquistar um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU.

“Nós estamos com eleições no Brasil e, obviamente, isso seria explorado pela oposição como uma aventura ou como um fracasso. Ou, ainda, dizendo que somos aliados do Irã. Mas achamos que, mesmo assim, valeria a pena”, disse. Valeu?

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