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Sonia Racy

08 de março de 2016 | 01h03

Sérgio Moro já chegou a desagradar a integrantes do STF em outros tempos. Há dois anos, ele liberou a monitoração de voos do advogado gaúcho Cezar Roberto Bitencourt, na tentativa de localizar um seu cliente.

Na época, o STF classificou a conduta de “absurda” e enviou pedido de providências à Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) e ao CNJ.

Os procedimentos correm em sigilo.

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