Registros do governo e setor financeiro são os mais afetados por cibercrimes no Brasil

Registros do governo e setor financeiro são os mais afetados por cibercrimes no Brasil

Direto da Fonte

13 de fevereiro de 2022 | 00h30

Reuters/Kacper Pempel

Relatório anual da Tenable, especializada em cibercrimes, revela que passou dos 40 bilhões o total de registros digitais expostos e invadidos em todo o mundo, em 2021. Deles, nada menos que 815 milhões aconteceram no Brasil. A Retrospectiva do Cenário de Ameaças 2021 – preparada pela ferramenta – alerta que uma das causas mais comuns para essas invasões foi a falta de proteção adequada.

As vulnerabilidades mais frequentes ocorreram nas áreas de saúde (24,7%), educação (12,9%) e governo (10,8%). No Brasil, foram mais afetados os registros de governo (29,8%) e do setor financeiro (27%).

Conexão interior

O deputado Castello Branco vai participar do congresso da Sociedade Brasileira de Eubiose (SBE) em São Lourenço (MG), custeado com verba de gabinete.

O Eubiose é tido como um centro de ensino exotérico. Entre seus objetivos está promover o bem viver em perfeita harmonia com as leis universais, segundo o site da SBE. Consultado, o deputado disse por nota que sua participação foi autorizada por conta do “reconhecimento do trabalho sócio-cultural que ela desenvolve”.

US-BR 

Além de Austin, no Texas, também no Brasil já tem gente se preparando para o SXSW 2022 – a partir de 11 de março, nos Estados Unidos. Detalhe: das 10 iniciativas brazucas, sete são comandadas por mulheres. Uma delas, o Radar da Fragilidade, planeja levar o tema ESG (a governança socioambiental) para o coração do evento.

De olho

O Arquipélago Alcatrazes, no litoral norte de São Paulo, passará a contar com monitoramento de seu ambiente marinho, da fauna marinha e dos parâmetros oceanográficos. A Petrobras investirá R$ 3 milhões no projeto Mar de Alcatrazes, em convênio com diversas instituições, como a UNIFESP e a Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo.

Por aí

A médica brasileira Ana Claudia Quintana Arantes terá seu palavras circulando por mais lugares. Os direitos de seu livro “A Morte É Um Dia que Vale a Pena Viver”, publicado no Brasil pela Editora Sextante, foram vendidos para oito países.

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