Regência a quatro mãos

Sonia Racy

05 de novembro de 2010 | 23h01

Organizador da prova há 30 anos, Tamas Rohonyi, da International Promotions, está dividindo, pela primeira vez, as responsabilidades do GP Brasil com Claudia Ito. A coluna conversou com ele.

O que mudou com a entrada de Cláudia Ito?

A Claudia e eu trabalhamos em parceria há duas décadas. Hoje discutimos tudo mas decisão final é dela.

Para os negócios, faz falta um brasileiro na liderança?

Não. Tanto o público como nossos patrocinadores entenderam que a prova é sempre empolgante. Não é por acaso que o GP Brasil está entre os três eventos esportivos de maior audiência televisiva no mundo.

Quem teve a ideia de homenagear o Emerson Fittipaldi?

Partiu do Bernie Ecclestone. Ele admira muito os pilotos brasileiros. Três passaram pelas suas mãos: José Carlos Pace, Wilsinho Fittipaldi e Nelson Piquet.

Gostou da mudança das regras na F1?

Vieram para melhor. A nova pontuação permite grande equilíbrio na classificação. Prova disso é que o campeão sairá da penúltima ou da última prova do ano. E mais: o fim do reabastecimento tornou as corridas mais imprevisíveis e seguras.

Novos projetos para 2011?

Esperamos avanço no Plano Diretor do Autódromo de Interlagos, cuja pista está entre as três melhores do mundo.

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