Reforma política

Sonia Racy

09 de março de 2013 | 01h08

Geraldo Alckmin está preocupado com o destino da reforma política. “Se nada for votado neste semestre, não se vota mais antes de 2014. Não há democracia que funcione com 30 partidos atuando.”

A atual legislação, segundo o governador paulista, é “uma máquina de fazer partidos”.

Reforma 2

Alckmin espera que pelo menos dois itens sejam referendados. O que dita a proibição de coligação proporcional e as novas normas sobre tempo de TV. “Não pode mais existir a soma dos tempos na televisão de todos os partidos da coligação. Gera aberrações.”

Acabaria com o vale-tudo pelo minuto na telinha.

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