Redesenho

Sonia Racy

08 Janeiro 2015 | 01h05

Em tempos de Lava Jato e petróleo a US$ 50 o barril, Roberto Giannetti da Fonseca vê três desafios graves que a Petrobrás precisa superar, e logo. O primeiro é recuperar a credibilidade, “manchada no processo de aparelhamento que ali foi posto em prática”.

O segundo, avisa o economista, é uma completa revisão de suas prioridades. Por exemplo: “dar o benefício da dúvida quanto à viabilidade e urgência do pré-sal”, pois a queda do preço do petróleo torna inevitável reavaliar custos.

Terceiro? Reformular a estrutura administrativa e gerencial. O que significa “governança transparente, moderna, desaparelhada”.