Querem mais

Sonia Racy

12 Março 2015 | 01h10

Nem todos no mercado financeiro gostaram da escolha de Murilo Ferreira, da Vale, para presidir o Conselho de Administração da Petrobrás. Não porque não tenha capacidade, mas porque não teria tempo suficiente para a gigantesca missão que o aguarda na estatal. A Vale tem hoje problemas suficientes para ocupar 36 horas do dia de Ferreira.

O mercado preferia um “executive chairman” (presidente executivo), no modelo usado por muitas empresas dos EUA. “A estatal precisa de alguém full-time”, resume fonte próxima à Petrobrás.