Que Copom que nada…

Redação

16 de setembro de 2008 | 17h12

Com tanta adrenalina correndo pelo mercado financeiro internacional – em conseqüência da concordata da Lehman Brothers (com dívida de US$ 613 bilhões), da compra da Merrill Lynch pelo Bank of America e da possibilidade de corte de juros emergencial no mercado americano -, poucos brasileiros se lembravam, ontem, que a Ata do Copom sai quinta-feira.

É ela que vai explicar por que três diretores do comitê do BC queriam, na semana passada, um aumento da Selic de 0,50 ponto porcentual, em lugar dos 0,75 decidido pela maioria dos votantes.

Essa explicação vai confirmar – ou não – a hipótese de que o aperto monetário poderá ser menor na próxima reunião do Copom.

Em tempo: dos grandes bancos de investimentos americanos, só dois sobreviveram à atual crise: Goldman Sachs e Morgan Stanley.

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