Procuradores de MG e do ES reclamam de impugnações pedidas pela Samarco

Procuradores de MG e do ES reclamam de impugnações pedidas pela Samarco

Sonia Racy

01 Fevereiro 2019 | 01h00

RIO DOCE APÓS A TRAGÉDIA DE MARIANA. FOTO: GABRIELA BILÓ/ESTADÃO

RIO DOCE APÓS A TRAGÉDIA DE MARIANA. FOTO: GABRIELA BILÓ/ESTADÃO

Procuradores, promotores e defensores de MG e do ES reclamam das impugnações, pedidas pela Samarco, de alguns deveres previstos no TAC que gerou a Fundação Renova – criada para mitigar os estragos da tragédia de Mariana.

Exemplo? O comitê que orienta os trabalhos da fundação mandou fornecer água potável à Comunidade de Degredo, em Linhares (ES). A Samarco sustentou que não há relação entre a tragédia e a “alegada má qualidade da água”. Em seu site, a fundação elenca a comunidade, às margens do Rio Doce, como uma das áreas afetadas.

O MP tampouco gostou da Samarco pedir para descontar, da indenização por lucros cessantes, valores pagos como auxílio emergencial aos atingidos.

As demandas foram atendidas pelo juiz Mário Franco Júnior, da 12.ª Vara Federal de BH. Procurada, informou que, até dezembro, foram destinados R$ 5,2 bi em ações de reparação.

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