Procon faz operação em farmácias e laboratórios para investigar abuso nos preços de testes PCR

Procon faz operação em farmácias e laboratórios para investigar abuso nos preços de testes PCR

Direto da Fonte

27 de janeiro de 2022 | 02h20

Exame do tipo RT-PCR para detecção da covid-19 Foto: Matias Delacroix/ AP

Exame do tipo RT-PCR para detecção da covid-19 Foto: Matias Delacroix/ AP

Em visitas iniciadas no dia 14 e que ainda não terminaram, em todo o Estado, o Procon fiscalizou, até ontem, 533 farmácias e laboratórios para investigar denúncias sobre abuso no preço dos testes PCR contra a covid.

Foram 359 laboratórios (164 na capital e 195 no interior) e 174 farmácias (45 na capital e 129 no interior) checados na operação “Teste Covid sem Abusos”. Na busca, alguns fiscais dizem ter constatado preços entre R$ 175 e R$ 450 para fazer esse exame.

Procurada para comentar, a Abrafarma – que reúne as redes de farmácias e laboratórios do País – informou ao Procon que não há falta de testes – apenas uma rede teria ficado em dificuldades, em razão da alta demanda. E que a situação está sendo resolvida na medida em que a indústria retomou suas operações.

Legado

A Academia Paulista de Letras vai celebrar a Semana de Arte Moderna de 1922 durante todo o mês de fevereiro. Terão, em suas sessões virtuais sobre o assunto, a participação de Maria Adelaide Amaral, Júlio Medaglia, Betty Milan e Denise Mattar, entre outros.

Anticonsumismo

Pesquisa promovida pelo Instituto Akatu constatou que 50% dos brasileiros da geração millennial – nascidos entre 1980 e 1995 – jamais fizeram uma compra em brechó.

Os números, solicitados pela Vanish, apontam que 52% desses cidadãos “compram somente o que precisam” – mas em outro quesito 68% se classificam como “consumistas”. A ideia do Akatu, que prega consumo consciente, é “ajudar as roupas a viverem muitas vidas”.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.