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Sonia Racy

02 de fevereiro de 2014 | 01h05

Pouco menos da metade dos jovens que têm acesso à internet no Brasil diz não se deixar influenciar pelo ativismo online. Já 35% se consideram engajados. Conclusão da pesquisa Juventude Conectada, encomendada ao Ibope e à USP pela Fundação Telefônica Vivo.

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A maioria compartilha e obtém informações via redes sociais. Favorita dos ativistas? Facebook (89%), seguido por e-mail (29%) e Twitter (27%). O estudo ouviu 1.400 jovens entre 16 e 24 anos.

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