Primário

Sonia Racy

04 de outubro de 2010 | 10h14

A declaração supostamente escrita a mão por Tiririca, entregue à Justiça Eleitoral como prova de que o candidato não é analfabeto, passou por perícia sexta-feira no Instituto de Criminalística. Fruto de desconfiança da Promotoria Eleitoral de que quem redigiu a declaração não seria a mesma pessoa que a assinou.

Resultado da análise? “O autor dos manuscritos examinados possui uma habilidade gráfica maior do que aquela que ele objetivou registrar ao longo do texto.” Traduzindo: o redator fez garranchos de maneira proposital.

E agora, Francisco?

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: