Pra brasileiro ver

Sonia Racy

24 de abril de 2012 | 01h07

As negociações técnicas entre bancos privados e governo Dilma, rumo a uma redução maior da taxa de juros, têm sido cordiais – pelo que se apurou junto ao sistema financeiro. Diferentemente do que vem propagando o Ministério da Fazenda.

Não existiria, por exemplo, cobrança direta do governo para que os bancos reduzam sua taxa de administração de fundos de investimento – para poderem ter uma remuneração melhor que a da poupança.

Simplesmente porque é de total interesse dos bancos darem um jeito de manter essas aplicações, se não quiserem ter problemas de liquidez. É bom lembrar que os recursos da poupança não são livres.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.