Pós-Cunha

Sonia Racy

30 de junho de 2016 | 01h38

O tom conciliador, na comissão do impeachment da Câmara, está ajudando Rogério Rosso, do PSD, a sair na frente na briga pela sucessão de Eduardo Cunha como presidente da Casa.

O risco que ele corre, admitem os amigos, é ganhar fama de tampão. É que o “mandato pós-Cunha” termina em fevereiro que vem. Rosso já foi governador tampão do DF, depois da crise que tirou do cargo José Roberto Arruda.

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