Pós-atentado

Sonia Racy

27 de dezembro de 2015 | 01h00

Para muitos franceses, os atentados de 13 de novembro em Paris ainda não acabaram. Centros de tratamento psiquiátricos continuam recebendo pessoas vítimas do que os especialistas estão chamando de “traumas diferenciados” – problemas emocionais e outras sequelas que atrapalham suas rotinas e não desaparecem. 

Ao longo de novembro, segundo um dos médicos do Hospital Dieu, ali apareciam até 80 pessoas por dia. A procura caiu para 12 ou 15, mas a média desses casos novos não está diminuindo.

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