Portões abertos

Portões abertos

Sonia Racy

23 de fevereiro de 2014 | 01h12

Foto: Denise Andrade/Estadão

Depois de sete anos à frente da superintendência do Centro da Cultura Judaica,Yael Steiner alça voo solo. Começou o ano com a criação de uma incubadora de projetos culturais. A essência da empresa é fazer uma ponte entre investidores e criadores por meio da plataforma LER (Laboratório de Experiências Reais). Como funciona? “A ideia é ativar as verbas de quem tem interesse em investir em cultura, alinhando os valores da marca.” A incubadora também trabalha com curadoria, como a correalização da exposição do uruguaio Pablo Atchugarry, que acontece, em julho, no MuBE. Além disso, Yael prepara, esse ano ainda, o lançamento de seu primeiro livro,O Mundo Que Não se PodeVer – Jacob e o Talit Voador, que também ganhará versão cinematográfica, com direito a trilha sonora de Jorge Drexler e Jaques Morelenbaum.

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