Porta de entrada

Sonia Racy

17 Setembro 2015 | 00h58

Para João Dionísio Amoedo, o melhor da criação do Partido Novo – aprovado na noite de terça-feira pelo TSE por 6 votos a 1 – é a abertura de “oportunidade, para pessoas que nunca se engajaram na política, em fazê-lo”.

Feliz com o resultado de sua luta de cinco anos, Amoedo começa inovando. Vai usar o Fundo Partidário a que a sigla terá direito para combater… o Fundo Partidário. “Não tem que ter dinheiro público na política,” diz o empresário.

Porta 2

O partido adota, como mote central, a ideia de que a iniciativa privada é melhor gestora que o setor público. “Temos que discutir o tamanho do Estado. Ele tem que ter uma dimensão de modo que sobrem mais recursos para a população”, exemplifica. Amoedo é um defensor de modelos que funcionam em países que vão bem.

O Novo é o 33º partido político registrado no País.