Por um fio

Sonia Racy

11 de junho de 2015 | 01h06

Hugo Leal, deputado do Pros, pediu providências a Eduardo Cunha. Não gostou de o Contran ter adiado, pela quarta vez seguida, a obrigatoriedade do exame toxicológico que se faz a partir do fio de cabelo para identificar se o condutor consumiu drogas ilícitas.

A medida, que passaria a valer para motoristas de caminhão, ônibus e vans a partir deste mês, só vai vigorar a partir de janeiro de 2016.