Pode isso?

Sonia Racy

15 de novembro de 2013 | 01h07

Mesmo investigado pelo CNJ, o desembargador Armando Toledo, do TJ-SP, disputará o cargo de corregedor-geral da Justiça – em eleição dia 4. Também estão no páreo Hamilton Elliot Akel e Luis Antonio Ganzerla.

Denúncia anônima acusa Toledo de “sentar” sobre processo contra Barros Munhoz, ex-presidente da Assembleia paulista, durante três anos. Para que as acusações prescrevessem.

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Procurado, Armando Toledo afirmou que o CNJ ainda não decidiu se irá arquivar ou prosseguir com a investigação. “Ainda não é um processo administrativo. O CNJ me pediu explicações sobre o caso e eu respondi.”

O desembargador diz também que “falam em prescrição, mas a prova de que não ajudei nem prejudiquei ninguém é que o processo (contra Munhoz) prossegue.”

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