Pobres têm a ganhar com reforma, diz José Pastore

Pobres têm a ganhar com reforma, diz José Pastore

Sonia Racy

12 de julho de 2017 | 01h00

JOSÉ PASTORE. FOTO: ACSP

Conhecedor como poucos do trabalhismo, o professor José Pastore resume a barulheira sobre a reforma trabalhista. “O que vemos é que os pobres constituem maioria dos desempregados e desprotegidos pela lei”. Do outro lado, os mais abonados, que registram 2% ou 3% do desemprego e praticamente zero de trabalho informal”.

O primeiro grupo tem a ganhar com a reforma, mas é disperso – constitui uma maioria silenciosa. O segundo teria muito a perder e atua intensamente nos sindicatos, nos partidos e em setores do Judiciário. E faz barulho.

Oposição distorce
debate, diz Pastore

Pastore lembrou à coluna que a oposição vem distorcendo o debate. Exemplo? Quando alega que, pela nova lei, as mulheres serão obrigadas a trabalhar em lugares insalubres.

O que o texto diz é que é proibido contratar gestantes para trabalhar em lugares perigosos para seu estado. “É uma norma de proteção para elas.”

Ex-presidente
apoia senadoras 

Dilma ligou para o grupo das senadoras que invadiram a mesa da presidência do Senado. Para dar seu apoio.

Senadoras 2

Gleisi Hoffmann e Fátima Bezerra se alternaram na cadeira da presidência do Senado. Resultado: suas falas aparecem como sendo da “sra. presidente” nas notas taquigráficas.

Até o peemedebista Jader Barbalho se confundiu – “sra. presidente, pela ordem”, implorou à Fátima.

Dica de Doria
para Aécio

No começo do jantar de líderes tucanos segunda-feira em São Paulo, houve um momento saia justa. João Doria sugeriu a Aécio que não assistisse à reunião, lembrando, inclusive, da sua condição de amigo do tucano mineiro.

O ainda presidente do PSDB nacional retrucou com um “não está na pauta essa conversa”.

Tasso ameaçou
entregar o cargo

Também no encontro, Tasso Jereissati perdeu a paciência com José Aníbal, apoiador do apoio ao governo Temer. E ameaçou entregar o cargo de interino ali.

Um criminalista
no iglu

Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, resolveu literalmente esfriar a cabeça.

O criminalista, que tem quase duas dezenas de clientes na Lava Jato, vai passar dez dias no Alasca.