Pirei no chapéu

Pirei no chapéu

Sonia Racy

29 de setembro de 2019 | 00h30

Foto: Daniela Ramiro/Estadão

Foi depois de uma viagem que Vivian de Campos (à dir.) criou a Pirei no Chapéu – marca que surgiu do encontro do artesanato milenar dos legítimos chapéus Panamá – fabricados no Equador com a “paja toquilla” – com a brasilidade da pintura da artista plástica. “A parte mais gostosa é criar. Gosto de pensar na minha cliente, como vou deixá-la ainda mais bonita. Imaginar e criar não tem limite”, diz a artista, que tem como sócias as irmãs uruguaias Camila, Valentina e Manuela Vivo. Cada uma contribui ao negócio com as suas experiências no mercado, Valentina e Camila como empreendedoras e Manuela como ex-gestora de Marketing de uma multinacional. Os chapéus são pintados a mão no atelier de Vivian, na Vila Olímpia e vendidos através das redes sociais e boca a boca. “A partir de novembro teremos uma pop up no Shopping Iguatemi”, contam as irmãs.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: