Pesadelo

Sonia Racy

18 Julho 2015 | 01h12

Observador de décadas da história do País, Boris Fausto admite que nunca viu nada parecido com o gesto de Cunha. “É um episódio inusitado, tem algo de pesadelo.”

E compara: “Ao contrário de um Temer, que só faz o esperável, ele joga todas as pedrinhas para o ar”. Para o historiador, “quebrou-se o cristal da aliança governista”.