Pelo mercado

Sonia Racy

03 de outubro de 2014 | 01h07

Dilma tentou aproximação com o mercado financeiro na reta final. Alessandro Teixeira reuniu-se com cerca de cem representantes de fundos e investidores – segunda-feira, no Sheraton WTC. O coordenador do programa de governo tentou ganhar a simpatia dos presentes dizendo que, em eventual segundo mandato, ela pretende “ter uma melhor relação” com o setor privado.

Mas arrancou gargalhadas ao afirmar que as recentes oscilações do mercado não guardam relação com a… eleição. Até ele caiu na risada.

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Momento de desconforto? A defesa, feita por Teixeira, do intervencionismo do governo nos bancos estatais. Pelo jeito, num novo mandato, o estilo Dilma será o mesmo em relação a BB, Caixa, BNDES…

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Ricardo Young, da equipe de Marina, também buscou sensibilizar o mercado. Ontem, encontrou-se com 30 investidores e professores de economia na FGV. Perguntada se a campanha procuraria o PSDB para aliança no segundo turno, disse que esse assunto só entra na pauta na noite de domingo. Ou seja, com a apuração encerrada.

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