Pelo direito

Sonia Racy

04 de abril de 2015 | 01h04

Empresária paulistana grávida de dois meses e meio, Juliana Montoni foi à Justiça garantir seu direito de optar por cesárea, mesmo sem indicação médica – e, ainda assim, ter o parto pago por seu plano de saúde. Diagnosticada com síndrome do pânico, ela afirma que “as crises aparecem só de imaginar a possibilidade de passar horas em trabalho de parto”.

Foi motivada por medida anunciada em janeiro pelo Ministério da Saúde e pela ANS em prol do parto normal, que condiciona a cobertura da cesárea pelos planos a relatório médico detalhado.

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Procurada, a Agência esclareceu que considera a fobia em relação ao parto uma das possíveis indicações para a cesárea, desde que comprovada pelo médico.

Mas, na prática, nem sempre os planos de saúde a aceitam pacificamente.

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