Pegando fogo

Sonia Racy

19 de abril de 2012 | 01h07

Clima hostil na Procuradoria Geral de SP – órgão responsável pela defesa dos interesses do Estado. De um lado, está Elival da Silva Ramos, procurador-geral, abraçado a seu novo projeto de Lei Orgânica. Do outro, mais de 600 procuradores que votaram contra o texto em assembleia no fim de semana.

O que dita a lei? Revê as regras da carreira. Mas a “massa” não gostou, por considerá-la centralizadora e dura. Principalmente na parte disciplinar.

Fogo 2

No meio a pontos polêmicos, a insistência de Ramos em enviar a Alckmin o projeto – sem apoio da classe – está aprofundando a briga. Indagado, o procurador-geral explica sua posição: “O PL não é da classe nem do meu gabinete. E, sim, dos governantes eleitos pelo povo. Caberá ao governador e à Assembleia avaliarem”.

Essa história vai render.

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